O homem que amava a China

Simon Winchester narra a vida de Joseph Needham (1900-95), homem de ciência e imensa erudição, que contribuiu de forma substantiva para que o Ocidente descobrisse a incrível sofisticação cultural chinesa. Emérito professor de Cambridge, com interesses tão díspares que iam de motores a vapor e obras de engenharia civil a religião, danças folclóricas e línguas, Needham apaixonou-se por sua aluna chinesa de bioquímica. Fascinado pela China, decide viajar ao lado da amante para as mais distantes fronteiras do chamado "Império do Centro", onde embarcou em uma série de expedições extraordinárias. Procurando em todos os lugares provas que apoiassem sua convicção de que os chineses eram os responsáveis por centenas das mais importantes criações da humanidade - incluindo a impressão, a bússola, os explosivos, as pontes suspensas e até o papel higiênico -, Needham estende sua emocionante e perigosa jornada pela China destruída pela Segunda Guerra, consolidando sua profunda admiração pelo povo chinês. Needham estava determinado a relatar ao mundo o que tinha descoberto e começou a escrever seu majestoso Science and Civilisation in China, descrevendo a longa e impressionante história da invenção e da tecnologia daquele país. Quando morreu, havia produzido dezessete imensos volumes (hoje são 24) que fizeram dele o maior enciclopedista da história. Um relato inesquecível, ao mesmo tempo épico e intimista, da longa história chinesa através da vida extraordinária de Joseph Needham.

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